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Imposto de Renda 2018 - Tudo que você precisa saber para não cair na malha fina - Domínio Contabilidade
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Segunda, 26 Fevereiro 2018 Imposto de Renda 2018 - Tudo que você precisa saber para não cair na malha fina
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Como vai funcionar o imposto de renda em 2018?

A partir do dia 1º de março, os contribuintes brasileiros deverão entregar a declaração do imposto de renda (IR) 2018. Por isso, é importante que você fique atento, se prepare com antecedência, conte com um contador da sua confiança para auxiliá-lo durante a declaração e tire todas as suas dúvidas.

Por isso, para ajudá-lo a entender melhor como vai funcionar a declaração do imposto de renda 2018, preparamos esse post. Por aqui você vai saber quem é obrigado a declarar o IR, quais os documentos exigidos e como revisar a declaração para que você evite erros. Afinal, ninguém quer parar na “malha fina”, não é verdade?

Portanto, você que tem uma pequena e média empresa, que é microempreendedor individual (MEI) ou simplesmente é pessoa física precisa ficar atento ao nosso post. Quer saber os motivos? Continue a leitura!

 

Quem é obrigado a declarar o imposto de renda?

 

Microempreendedor Individual (MEI)

 

O contribuinte só é obrigado a declarar o imposto de renda 2018 se seus rendimentos tributáveis atingirem ou ultrapassarem a R$ 28.559,70. Portanto, se no ano de 2017, a soma dos seus rendimentos tributáveis ultrapassou esse valor, você MEI deverá declarar o imposto de renda.

Portanto, quem tiver um teto de R$ 40 mil de recebimentos isentos, ou seja, se você MEI receber de seu CNPJ mais do que este valor, ficará obrigado a entregar sua declaração de pessoa física.

Você também não deve confundir a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN) própria do MEI com a declaração do imposto de renda, pois uma declaração não tem nada a ver com a outra.

 

Pequeno e médio empresário

 

Além do valor dos rendimentos que citamos acima, se você recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributáveis exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil também deve declarar o imposto de renda.

A mesma regra vale para quem ganhou em qualquer mês capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto e realizou as operações em bolsas de valores, de futuros, assemelhadas ou de mercadorias.

 

Pessoas Físicas

 

Já as pessoas físicas deverão entregar à Receita a declaração dos seus rendimentos e bens, pagando o imposto devido ou apurando a restituição, se houver.

Vale lembrar que as pessoas físicas domiciliadas ou residentes no Brasil, titulares de disponibilidade econômica ou jurídica de renda ou proventos de qualquer natureza, inclusive de rendimentos e ganhos de capital, são contribuintes do imposto de renda, sem distinção de nacionalidade, sexo, idade, estado civil e profissão.

Também são contribuintes as pessoas físicas que perceberem rendimentos de bens de que tenham a posse como se lhes pertencessem, de acordo com a legislação em vigor.

Quais os documentos exigidos para a declaração?

1. Informe seus documentos pessoais

  • Documento de identificação (CPF);

  • Endereço atualizado. Se houve ou não mudança de endereço anterior você deverá informar;

  • No caso dos autônomos, número de cadastro do INSS (PIS ou NIT);

  • Dados da conta bancária para recebimento da restituição do imposto se for o caso;

  • Número do título de eleitor (opcional).

2. Informe seus rendimentos

Para você comprovar as informações a serem transmitidas na declaração do imposto de renda e também para guiar o preenchimento corretamente, você terá que a apresentar o informe de rendimentos emitido pela empresa onde é registrado.

No caso das pessoas contratadas, o informe apresenta dados dos salários, 13º salário e férias, e os descontos do imposto retido e contribuição previdenciária.

No informe do empresário, que faz retirada de pró-labore, o documento apenas demonstra o total acumulado nos meses do ano anterior e os descontos de INSS e IR. Também, neste caso, o declarante não pode esquecer de informar suas retiradas de lucro para preenchimento.

3. Informe o extrato de investimentos e os rendimentos de aplicações

Quem aplica em algum produto financeiro de renda fixa ou variável também deverá informar à Receita os seguintes dados:

  • Possível imposto retido;

  • Possíveis perdas;

  • Valores aplicados;

  • Lucro;

  • Dividendos recebidos;

  • Produtos escolhidos do mercado financeiro.

Todas essas informações e ainda outras sobre opções de investimentos constam em informe ou extrato emitido pela corretora ou instituição financeira. Logo, é preciso o documento para que você não declare os investimentos com faltas ou erros.

4. Informe os rendimentos e extrato de previdência privada

Se o declarante contribui para a previdência privada com o objetivo de complementar sua renda após a aposentadoria, ele deve guardar o documento recebido pela instituição e informar as contribuições, os possíveis ganhos e os impostos.

5. Informe o número do CPF dos dependentes

Essa é uma das últimas mudanças nas regras da declaração. Você também deverá incluir o número do CPF dos dependentes. Dessa maneira, eles entrarão na declaração como titulares.

6. Informe os recibos de aluguéis pagos e recebidos

O contribuinte que paga ou recebe aluguéis deverá declarar à Receita. Por isso, esses recibos deverão estar entre seus documentos.

 7. Informe as despesas médicas

Se o declarante gastou com despesas médicas entre as restituições, ele deverá incluir na documentação as notas e as faturas que comprovam essas despesas. Se o beneficiário dos serviços médicos não for o titular da declaração, como um cônjuge ou dependente, o titular deverá organizar os dados de quem foi atendido ou tratado para declarar os custos.

8. Informe os documentos de imóveis e veículos

No local onde está para preencher os dados sobre o patrimônio, o declarante deverá informar o documento de registro de cada bem que possui. Para um imóvel, por exemplo, é necessária a escritura. Já se o bem for um veículo, vale apresentar o Certificado de Registro e Licenciamento Veicular (CRLV).

9. Informe os comprovantes das despesas com a educação

Se você gasta com a educação dos seus filhos ou com sua própria formação acadêmica deverá separar todos os comprovantes de mensalidades e matrículas. Esses valores poderão ser utilizados para a dedução de imposto a pagar.

10. Informe o CPF e o CNPJ de pagamentos

Quem é autônomo precisa identificar as fontes como CPF e CNPJ dos pagadores. Isso também vale para quem efetua pagamentos a profissionais liberais. Você precisa identificá-los com CPF.

11. Informe os financiamentos, extrato de consórcio e outras dívidas

Para ficar em dia com a Receita, você deve acrescentar os financiamentos que fez, o extrato de consórcio e as outras dívidas. A contratação de uma dívida com a instituição financeira ou até mesmo o empréstimo formalizado com pessoa física, exige o preenchimento de detalhes da operação, o valor total e quantias pagas e devida de acordo com o documento de formalização da dívida.

12. Informe o recibo de doação

Se você fez ou recebeu  uma doação precisa informar à Receita Federal  pelas duas partes, de acordo com o recibo ou outro documento, emitido na efetivação da doação.

13. Informe os rendimentos da Previdência Social

Para quem é aposentado ou pensionista é necessário emitir o extrato dos benefícios recebidos. É possível fazer isso pelo site da Previdência. Lá constam todos os valores recebidos no ano anterior e os descontos de INSS sobre eles.

14. Informe de rendimentos financeiros

Você que é declarante precisa solicitar ao banco um extrato de sua conta bancária. No extrato constará o saldo da conta no dia 31 de dezembro do último ano. Se você tem mais de uma conta, deverá pedir os extratos dos outros bancos.

 

Como revisar a declaração do IR para evitar erros?

 

Após preencher todos os campos necessários da declaração, o programa de transmissão do imposto de renda compila os dados do declarante na ficha “Resumo da declaração”. Dentro dela, você ou seu contador poderão fazer a revisão que é organizada como explicaremos a seguir:

  • Rendimentos tributáveis e deduções: exibe os preenchimentos de descontos do INSS e de pró-labore;

  • Cálculo do imposto: mostra as retenções de imposto de renda sobre os pró-labores do ano anterior, o líquido a pagar levando em conta a apuração, as retenções apresentadas e as deduções e o total devido pelos dados apresentados na declaração em geral;

  • Outras informações: apresenta os dados de capital social possuído e os demais pagamentos e recebimentos.

Agora que você já sabe como vai funcionar o imposto de renda 2018 ficará mais fácil para se preparar e fazer sua declaração, não é verdade? Para sua maior segurança, contrate um contador e fique em dia com a Receita Federal.

Gostou do nosso conteúdo? Tem mais alguma dúvida? Deixe um comentário em nosso post!

 

Read 691 times Last modified on Segunda, 26 Fevereiro 2018 19:35

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